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  • Equoterapia, radical EQUO (originada do latim EQUUS, “Espécie Cabalus”, cavalo) + TERAPIA (originada do grego THERAPÉIA, terapia, parte da medicina que trata da aplicação do conhecimento técnico-científico no campo da reabilitação e reeducação);

     O histórico do exercício equestre não é uma descoberta recente. Em 458-377 a.C., Hipócrates de Loo já aconselhava a equitação como fator regenerador da saúde, sobretudo no tratamento da insônia. Fez, também, a menção no seu livro “Das Dietas”, que a prática eqüestre, ao ar livre, faz com que os cavaleiros melhorem o tônus.
       A Equoterapia exige a participação de um corpo como um todo, onde o movimento passivo do animal irá promover ganhos físicos, psíquicos, cognitivos, sensoriais e sociais, pois o cavalo atua como agente cinesioterapêutico, facilitador do processo ensino-aprendizagem e de inserção ou reinserção social.

Indicações: Disfunções Neurológicas com alterações motoras (Encefalopatia Crônica não Progressiva ou Paralisia Cerebral, AVE – Acidente Vascular Encefálico, Traumatismo Crânio Encefálico (TCE), etc); Síndromes Diversas (Síndrome de Down, Síndromes Cerebelares, Síndrome Hipercinética (hiperatividade), etc); Disfunções do desenvolvimento infantil (Atraso Global do Desenvolvimento, Deficiência Mental, Distúrbios da Psicomotricidade, etc); Distúrbios sensoriais, visuais, auditivos, fala e tátil; Distúrbios psíquico, emocionais, perceptivos, cognitivo, de atenção e de comportamento (Autismo, Agressividade, Timidez, etc); Distúrbios ortopédicos (Alterações e desvios posturais, Deficiências congênitas, etc); Doenças reumáticas; Doenças Respiratórias.

OBS.: Existe também o efeito sobre o sistema vegetativo. O paciente recebe cerca de 180 estímulos por minuto, melhorando a circulação sanguínea, a regularização dos batimentos cardíacos, a pressão, a atividade intestinal e a regulação do calor corpóreo.

Contra Indicações: Instabilidade atlantoaxial; Epilepsias com crises convulsivas frequentes; Labirintite aguda; Escoliose acima de 40 graus; Espondilolistese; Tumores malignos em atividade ou recém operados; Uso de próteses ou endopróteses na coluna; Osteoporose; Hérnia de disco; Dermatites de contato; Cardiopatia grave.

Precauções: Rinite; Subluxação de quadril; Hipertensão, de difícil controle;

Programa Básico de Equoterapia: Após minuciosa análise e objetivos estabelecidos de acordo com as necessidades e potencialidades do praticante, ele será incluso em um dos seguintes programas:ecoterapia ocupacional e /ou esportiva, Hipoterapia, Educação/ Reeducação, Pré-esportivo ou Esportivo.

Programa de Atendimento: O programa tem uma estrutura que favorece a organização temporal de início, meio e fim que é baseada na Aproximação, Montaria e Separação.

Tempo do Atendimento: O tempo será de 45 a 50 minutos proximadamente que serão realizados de acordo com o programa de cada atedente ou Instrutor.

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  • Equitação do latim equitatîo, ônis (exercício ou arte de cavalgar o cavalo) + Lúdica "jogo" se origina do vocábulo latino ludus (diversão, brincadeira)

      Segundo Piaget (1976), a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Estas não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energia, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual.
      A Equitação Lúdica é um programa educacional no qual as atividades são direcionadas para crianças com desenvolvimento global regular dos 03 aos 07 anos de idade, em que elas participam do meio equestre desde o manejo até a montaria e também, como forma de iniciação da equitação, onde ela irá escolher qual atividade equestre que mais lhe agrada (Hipismo, Volteio, Adestramento, Tambor ou Baliza).
     As crianças além de terem os conhecimentos equestres básicos, também serão estimuladas pela equipe com materiais lúdicos pedagógicos, visando o enriquecimento de seu desenvolvimento biopsicossocial, tendo o cavalo como facilitador na aquisição e aperfeiçoamento de habilidades.
      No Brasil, a equitação lúdica ainda é um programa pioneiro, com bibliografia ainda escassa.
      A equipe é formada por profissionais multidisciplinares capacitados como instrutores de equitação.

Objetivos: Discriminação / identificação espacial; Esquema corporal e Consciência Corporal; Aptidões físicas e mentais; Vínculos sociais; Melhorar autonomia, autoconfiança e auto-estima; Coordenação visomotora; Motricidade ampla e fina; Coordenação motora global; Melhora da postura; Aceitação de limites e ordens.

Programa de Atendimento: O programa tem uma estrutura que favorece a organização temporal de início, meio e fim que é baseada na Aproximação, Montaria e Separação.

Tempo do Atendimento: O tempo será de 45 a 50 minutos que serão realizados de acordo com o programa de cada Terapeuta ou Instrutor.





 

A matemática para algumas crianças ainda é um bicho de sete cabeças. Muitos não compreendem os problemas que a professora passa no quadro e ficam muito tempo tentando entender se é para somar, diminuir ou multiplicar; não sabem nem o que o problema está pedindo. Alguns, em particular, não entendem os sinais, muito menos as expressões. Contas? Só nos dedos e olhe lá.

Em muitos casos o problema não está na criança, mas no professor que elabora problemas com enunciados inadequados para a idade cognitiva da criança.

 

 

 

No entanto, em outros casos a dificuldade pode ser realmente da criança e trata-se de um distúrbio e não de preguiça como pensam muitos pais e professores desinformados.

Em geral, a dificuldade em aprender matemática pode ter várias causas.

De acordo com Johnson e Myklebust, terapeutas de crianças com desordens e fracassos em aritmética, existem alguns distúrbios que poderiam interferir nesta aprendizagem:

 

  • Distúrbios de memória auditiva:

- A criança não consegue ouvir os enunciados que lhes são passados oralmente, sendo assim, não conseguem guardar os fatos, isto lhe incapacitaria para resolver os problemas matemáticos.

- Problemas de reorganização auditiva: a criança reconhece o número quando ouve, mas tem dificuldade de lembrar do número com rapidez.

 

  • Distúrbios de leitura:

- Os dislexos e outras crianças com distúrbios de leitura apresentam dificuldade em ler o enunciado do problema, mas podem fazer cálculos quando o problema é lido em voz alta. É bom lembrar que os dislexos podem ser excelentes matemáticos, tendo habilidade de visualização em três dimensões, que as ajudam a assimilar conceitos, podendo resolver cálculos mentalmente mesmo sem decompor o cálculo. Podem apresentar dificuldade na leitura do problema, mas não na interpretação.

- Distúrbios de percepção visual: a criança pode trocar 6 por 9, ou 3 por 8 ou 2 por 5 por exemplo. Por não conseguirem se lembrar da aparência elas têm dificuldade em realizar cálculos.

 

  • Distúrbios de escrita:

- Crianças com disgrafia têm dificuldade de escrever letras e números.

 

Estes problemas dificultam a aprendizagem da matemática, mas a discalculia impede a criança de compreender os processos matemáticos.

A discalculia é um dos transtornos de aprendizagem que causa a dificuldade na matemática. Este transtorno não é causado por deficiência mental, nem por déficits visuais ou auditivos, nem por má escolarização, por isso é importante não confundir a discalculia com os fatores citados acima.

O portador de discalculia comete erros diversos na solução de problemas verbais, nas habilidades de contagem, nas habilidades computacionais, na compreensão dos números.

Kocs (apud García, 1998) classificou a discalculia em seis subtipos, podendo ocorrer em combinações diferentes e com outros transtornos:

  1. Discalculia Verbal - dificuldade para nomear as quantidades matemáticas, os números, os termos, os símbolos e as relações.

  2. Discalculia Practognóstica - dificuldade para enumerar, comparar e manipular objetos reais ou em imagens matematicamente.

  3. Discalculia Léxica - Dificuldades na leitura de símbolos matemáticos.

  4. Discalculia Gráfica - Dificuldades na escrita de símbolos matemáticos.

  5. Discalculia Ideognóstica – Dificuldades em fazer operações mentais e na compreensão de conceitos matemáticos.

  6. Discalculia Operacional - Dificuldades na execução de operações e cálculos numéricos.

 

Na área da neuropsicologia as áreas afetadas são:

 

  • Áreas terciárias do hemisfério esquerdo que dificulta a leitura e compreensão dos problemas verbais, compreensão de conceitos matemáticos;

  • Lobos frontais dificultando a realização de cálculos mentais rápidos, habilidade de solução de problemas e conceitualização abstrata.

  • Áreas secundárias occípito-parietais esquerdos dificultando a discriminação visual de símbolos matemáticos escritos.

  • Lobo temporal esquerdo dificultando memória de séries, realizações matemáticas básicas.

 

 

Os processos cognitivos envolvidos na discalculia são:

 

1. Dificuldade na memória de trabalho;

2. Dificuldade de memória em tarefas não-verbais;

3. Dificuldade na soletração de não-palavras (tarefas de escrita);

4. Não há problemas fonológicos;

5. Dificuldade na memória de trabalho que implica contagem;

6. Dificuldade nas habilidades visuo-espaciais;

7. Dificuldade nas habilidades psicomotoras e perceptivo-táteis.

 Quais os comprometimentos?

  • Organização espacial;

  • Auto-estima;

  • Orientação temporal;

  • Memória;

  • Habilidades sociais;

  • Habilidades grafomotoras;

  • Linguagem/leitura;

  • Impulsividade;

  • Inconsistência (memorização).

 

Ajuda do profissional:

 

Um psicopedagogo pode ajudar a elevar sua auto-estima valorizando suas atividades, descobrindo qual o seu processo de aprendizagem através de instrumentos que ajudarão em seu entendimento. Os jogos irão ajudar na seriação, classificação, habilidades psicomotoras, habilidades espaciais, contagem.

Recomenda-se pelo menos três sessões semanais.

O que ocorre com crianças que não são tratadas precocemente?

  • Comprometimento do desenvolvimento escolar de forma global

  • O aluno fica inseguro e com medo de novas situações

  • Baixa auto-estima devido a críticas e punições de pais e colegas

  • Ao crescer o adolescente / adulto com discalculia apresenta dificuldade em utilizar a matemática no seu cotidiano.

Qual a diferença? Acalculia e Discalculia.

A discalculia já foi relatada acima.

A acalculia ocorre quando o indivíduo, após sofrer lesão cerebral, como um acidente vascular cerebral ou um traumatismo crânio-encefálico, perde as habilidades matemáticas já adquiridas. A perda ocorre em níveis variados para realização de cálculos matemáticos.

 

Dislexia

 

Adilson França

 

O que é?

 

       A dislexia é um distúrbio na leitura afetando a escrita, normalmente detectado a partir da alfabetização, período em que a criança inicia o processo de leitura de textos. Seu problema torna-se bastante evidente quando tenta soletrar letras com bastante dificuldade e sem sucesso.

Porém se a criança estiver diante de pais ou professores especialistas a dislexia poderá ser detectada mais precocemente, pois a criança desde pequena já apresenta algumas características que denunciam suas dificuldades, tais como:

 

-   - Demora em aprender a segurar a colher para comer sozinho, a fazer laço no cadarço do sapato, pegar e chutar bola.

-   - Atraso na locomoção.

-   - Atraso na aquisição da linguagem.

-   - Dificuldade na aprendizagem das letras.

 

A criança dislexa possui inteligência normal ou muitas vezes acima da média. Sua dificuldade consiste em não conseguir identificar símbolos gráficos (letras e/ou números) tendo como conseqüência disso a dificuldade na leitura e escrita.

A dislexia normalmente é hereditária. Estudos mostram que dislexos possuem pelo menos um familiar próximo com dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita.

O distúrbio envolve percepção, memória e análise visual. A área do cérebro responsável por estas funções envolve a região do lobo occipital e parietal.

 

Características:

 

- Confusão de letras, sílabas ou palavras que se parecem graficamente: a-o, e-c, f-t, m-n, v-u.

- Inversão de letras com grafia similar: b/p, d/p, d/q, b/q, b/d, n/u, a/e.

- Inversões de sílabas: em/me, sol/los, las/sal, par/pra.

- Adições ou omissões de sons: casa Lê casaco, prato lê pato.

- Ao ler pula linha ou volta para a anterior.

- Soletração defeituosa: lê palavra por palavra, sílaba por sílaba, ou reconhece letras isoladamente sem poder ler.

- Leitura lenta para a idade.

- Ao ler, movem os lábios murmurando.

- Freqüentemente não conseguem orientar-se no espaço sendo incapazes de distinguir direita de esquerda. Isso traz dificuldades para se orientarem com mapas, globos e o próprio ambiente.

- Usa dedos para contar.

- Possui dificuldades em lembrar se seqüências: letras do alfabeto, dias da semana, meses do ano, lê as horas.

- Não consegue lembrar-se de fatos passados como horários, datas, diário escolar.

- Alguns possuem dificuldades de lembrar objetos, nomes, sons, palavras ou mesmo letras.

- Muitos conseguem copiar, mas na escrita espontânea como ditado e ou redações mostra severas complicações.

- Afeta mais meninos que meninas.

 

O dislexo geralmente demonstra insegurança e baixa auto-estima, sentindo-se triste e culpado. Muitos se recusam a realizar atividades com medo de mostrar os erros e repetir o fracasso. Com isto criam um vínculo negativo com a aprendizagem, podendo apresentar atitude agressiva com professores e colegas.

 

     Antes de atribuir a dificuldade de leitura à dislexia alguns fatores deverão ser descartados, tais como:

- imaturidade para aprendizagem;

- problemas emocionais;

- métodos defeituosos de aprendizagem;

- ausência de cultura;

- incapacidade geral para aprender.

 

Tratamento e orientações:

 

- O tratamento deve ser realizado por um especialista ou alguém que tenha noções de ajuda ao dislexo. Deve ser individual e frequente.

- O tratamento psicológico não é recomendado a não ser nos casos de graves complicações emocionais.

- Não estimule a competição com colegas nem exija que ele responda no mesmo tempo que os demais.

- Nunca critique negativamente seus erros. Procure mostrar onde errou, porque errou e como evitá-los. Mas atenção: não exagere nas inúmeras correções, isso pode desmotivá-lo. Procure mostrar os erros mais relevantes.

Disgrafia  

 

Adilson França

 

  A disgrafia é também chamada de letra feia. Isso acontece devido a uma incapacidade de recordar a grafia da letra. Ao tentar recordar este grafismo escreve muito lentamente o que acaba unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível.

Algumas crianças com disgrafia possui também uma disortografia amontoando letras para esconder os erros ortográficos. Mas não são todos disgráficos que possuem disortografia

A disgrafia, porém, não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.

Carcaterísticas:

 - Lentidão na escrita.

-   - Letra ilegível.

-   - Escrita desorganizada.

-   - Traços irregulares: ou muito fortes que chegam a marcar o papel ou muito leves.

-   - Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial.

-   - Desorganização do texto, pois não observam a margem parando muito antes ou ultrapassando. Quando este último acontece, tende a amontoar letras na borda da folha.

-   - Desorganização das letras: letras retocadas, hastes mal feitas, atrofiadas, omissão de letras, palavras, números, formas distorcidas, movimentos contrários à escrita (um S ao invés do 5 por exemplo).

-   - Desorganização das formas: tamanho muito pequeno ou muito grande, escrita alongada ou comprida.

-   - O espaço que dá entre as linhas, palavras e letras são irregulares.

-   - Liga as letras de forma inadequada e com espaçamento irregular.

O disgráfico não apresenta características isoladas, mas um conjunto de algumas destas citadas acima.

Tipos:

Podemos encontrar dois tipos de disgrafia:

- Disgrafia motora (discaligrafia): a criança consegue falar e ler, mas encontra dificuldades na coordenação motora fina para escrever as letras, palavras e números, ou seja, vê a figura gráfica, mas não consegue fazer os movimentos para escrever

- Disgrafia perceptiva: não consegue fazer relação entre o sistema simbólico e as grafias que representam os sons, as palavras e frases. Possui as características da dislexia sendo que esta está associada à leitura e a disgrafia está associada à escrita.

Tratamento e orientações:

O tratamento requer uma estimulação linguística global e um atendimento individualizado complementar à escola.

Os pais e professores devem evitar repreender a criança.

Reforçar o aluno de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista.

Na avaliação escolar dar mais ênfase à expressão oral.

Evitar o uso de canetas vermelhas na correção dos cadernos e provas.

Conscientizar o aluno de seu problema e ajudá-lo de forma positiva.

 

 

Disortografia

 

Adilson França

 

 

 

   Até a 2ª série é comum que as crianças façam confusões ortográficas porque a relação com os sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo. Porém, após estas séries, se as trocas ortográficas persistirem repetidamente, é importante que o professor esteja atento já que pode se tratar de uma disortografia.

A característica principal de um sujeito com disortografia são as confusões de letras, sílabas de palavras, e trocas ortográficas já conhecidas e trabalhadas pelo professor.

Caraterísticas:

-   - Troca de letras que se parecem sonoramente: faca/vaca, chinelo/jinelo, porta/borta.

-   - Confusão de sílabas como: encontraram/encontrarão.

-   - Adições: ventitilador.

-   - Omissões: cadeira/cadera, prato/pato.

-   - Fragmentações: en saiar, a noitecer.

-   - Inversões: pipoca/picoca.

-   - Junções: No diaseguinte, sairei maistarde.

Orientações:

Estimular a memória visual através de quadros com letras do alfabeto, números, famílias silábicas.

Não exigir que a criança escreva vinte vezes a palavra, pois isso de nada irá adiantar.

Não reprimir a criança e sim auxiliá-la positivamente.

 

 

Disartria

 

Adilson França

 

 

 

 

 

Tem como característica principal a fala lenta e arrastada devido a alterações dos mecanismos nervosos que coordenam os órgãos responsáveis pela fonação.

A disartria de origem muscular é resultante de paresia, paralisia ou ataxia dos músculos que intervêm nesta articulação.

A disartria pode ter origem em lesões no sistema nervoso o que altera o controle dos nervos provocando uma má articulação.

Podemos encontrar a disatria em pessoas que sofrem de paralisia periférica do nervo hipoglosso (duodéssimo par dos nervos cranianos. Inerva os músculos da língua) pneumogástrico (nervo vago ou décimo par craniano que inerva a laringe, pulmões, esôfago, estômago e a maioria das vísceras abdominais) e facial. Em pessoas que apresentam esclerose, intoxicação alcoólica, com tumores (malignos ou benignos) no cérebro, cerebelo ou tronco encefálico, traumatismos crânio-encefálicos.

No caso de lesões cerebrais, os exames clínicos mostram que as alterações não se manifestam isoladamente estando associada geralmente a outros distúrbios tais como gnósio-apráxicos ou transtornos disfásicos.

 

 


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