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            <title>TRANSTORNO BIPOLAR</title>
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            <description>&lt;span id=&quot;title&quot; class=&quot;titulo&quot;&gt;&lt;h1&gt;TRANSTORNO BIPOLAR&lt;br&gt;as duas faces do humor&lt;/h1&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;eye&quot; class=&quot;olho&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;author&quot; class=&quot;autor&quot;&gt;&lt;/span&gt;
				&lt;span id=&quot;text&quot; class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;h4&gt;&lt;a name=&quot;top&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;
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&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;intertitulo&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class=&quot;fotodir&quot; style=&quot;FLOAT: right&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;intertitulo&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;intertitulo&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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				&lt;div id=&quot;prapag&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fotodir&quot; style=&quot;FLOAT: right&quot;&gt;IMAGEMTXT&lt;/span&gt;É
 como levar uma vida dupla. Uma hora a euforia toma conta e leva o 
organismo ao seu limite de excitação, até mesmo sexual. É energia que 
não acaba mais, a ponto de o sono tornar-se quase desnecessário. Perdese
 a capacidade de julgamento e a autocrítica e há quem se torne 
irritadiço. Para descrever esse estado de ânimo os médicos utilizam o 
termo mania. Ela é um dos extremos de uma doença caracterizada por uma 
profunda instabilidade de humor, o qual oscila entre esse estado 
eufórico intenso e o seu oposto, a depressão. 

&lt;p&gt;Para os portadores do transtorno bipolar doença que há poucos anos 
era conhecida como psicose maníaco-depressiva , encontrar o equilíbrio 
entre as duas pontas das emoções radicais é como tentar andar sobre um 
terreno movediço. &quot;É o pessoal do oito ou 80&quot;, resume o psiquiatra Diogo
 Lara, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do 
Sul e autor de Temperamento Forte e Bipolaridade. &quot;Diferentemente de 
quem tem um humor saudável, os que sofrem desse transtorno não costumam 
ser previsíveis ou flexíveis nem respondem com proporcionalidade aos 
estímulos.&quot; Acredita- se que 1% da população mundial conviva com o tipo 1
 da doença, considerado o mais grave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode até parecer pouco, mas na verdade o transtorno bipolar é um 
tormento para muito mais gente. Estima-se que cerca de 5% das pessoas 
tenham instabilidades de humor em algum grau. Feitos os cálculos, os 
brasileiros alterados somam aproximadamente 9 milhões. Muitos deles nem 
sabem do próprio distúrbio. Outros, ainda pior, são tratados da maneira 
errada. &quot;Nesse caso o diagnóstico costuma ser esquizofrenia ou 
simplesmente depressão&quot;, conta o psiquiatra Jair Soares, chefe da 
Divisão de Transtornos do Humor e Ansiedade da Universidade do Texas em 
San Antonio, nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabe-se que essa é uma doença em grande parte determinada pelo 
histórico familiar. Uma criança que tem um dos pais com transtorno 
bipolar apresenta uma probabilidade de 15% a 20% de manifestar o mesmo 
problema. Um estudo, realizado com gêmeos idênticos, mostrou ainda que, 
se um deles tem a doença, o risco de o outro também vir a ser uma vítima
 é de 80%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mais recente descoberta sobre a origem do mal vem de um grupo de 
pesquisa do Hospital das Clínicas de Porto Alegre. Os cientistas andavam
 em busca de uma pista sobre a relação entre o transtorno bipolar e a 
molécula BDNF (sigla em inglês para fator neurotrófico derivado do 
cérebro), cuja atuação na memória já era bem conhecida. As evidências 
dessa ligação ficaram muito claras em seu estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;fotoesq&quot; style=&quot;FLOAT: left&quot;&gt;IMAGEMTXT&lt;/span&gt;O trabalho 
mostrou que os bipolares têm menos BDNF no sangue do que as pessoas 
normais. &quot;E notamos que, quanto menores os teores no sangue, maior a 
gravidade da doença&quot;, revela um dos autores do trabalho, o psiquiatra 
Flávio Kapczinski, responsável pelo Laboratório de Psiquiatria 
Experimental do hospital gaúcho. Como os níveis dessa molécula são 
ditados pela genética, a esperança é de que ela possa vir a ser um 
marcador da doença. O teste ainda é experimental, mas deverá se tornar 
rotina médica nos próximos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Igual a todo distúrbio da mente humana, porém, a bipolaridade também é
 determinada pela maneira como lidamos com as adversidades. &quot;Muitas 
vezes podese até herdar o gene que leva a uma predisposição, mas, sem um
 evento estressante, o transtorno não se desenvolve&quot;, afirma o 
psiquiatra Beny Lafer, professor da Universidade de São Paulo e 
coordenador do grupo de pesquisa em transtorno bipolar do Hospital das 
Clínicas da capital paulista. &quot;Em caso de estresse emocional ou abuso de
 drogas, os riscos ficam de quatro a cinco vezes maiores.&quot;&lt;/p&gt;O problema geralmente dá as caras no final da adolescência e no 
início da vida adulta, mas a meninada menor também é alvo. Na infância, 
aliás, não raro ele é confundido com distúrbio do déficit de atenção e 
hiperatividade. &quot;Crianças diagnosticadas assim, mas que não respondem ao
 tratamento, podem ter na realidade o transtorno bipolar&quot;, garante Jair 
Soares. Descobrir a doença cedo e controlá-la o quanto antes ajuda seu 
portador a levar uma vida normal. É o que você verá nas páginas 
seguintes. 
&lt;p&gt;As oscilações do humor podem ser trágicas. Uma depressão prolongada, 
daquelas que chegam a durar meses ou mesmo anos, muitas vezes são o 
estopim de uma tentativa de suicídio. No outro extremo, o da mania, 
algumas semanas de crise são suficientes para pôr toda uma vida a 
perder. Relações são desfeitas e o dinheiro economizado por décadas, 
torrado em poucos dias. Não precisa ser assim. O.k., não há cura para o 
transtorno bipolar mas, como outras doenças crônicas, trata-se de um mal
 controlável.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em casos de bipolaridade, os remédios conhecidos 
como estabilizadores do humor são fundamentais para o tratamento do tipo
 1 e para alguns pacientes do tipo 2, como os médicos chamam uma forma 
mais moderada do transtorno. Qualquer que seja o tipo, porém, o maior 
problema costuma ser a resistência do paciente a tomar os medicamentos. 
Um dos motivos está nos efeitos colaterais. O lítio, por exemplo, que 
ainda é uma das drogas mais usadas, pode provocar ganho de peso, 
tremores, aumento do apetite e retenção de líquido um sufoco que, 
parece, as mulheres têm ainda mais dificuldade para enfrentar. &quot;Mesmo 
assim, os benefícios são muito maiores do que os efeitos colaterais&quot;, 
opina Beny Lafer, da USP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, é bom que fique claro: nenhum remédio, sozinho, opera 
milagres. Ele pode restaurar o equilíbrio químico dentro do cérebro, mas
 e as emoções? Hoje, até os cartesianos mais ferrenhos já deixaram de 
considerar a mente e o corpo como estruturas absolutamente separadas. No
 caso do transtorno bipolar, diga-se, estão intimamente ligadas. E é aí 
que entra a psicoterapia, como peça fundamental do tratamento dos 
bipolares. &quot;Aliás, não se trata de uma doença mental apenas, mas um mal 
sistêmico que afeta o indivíduo como um todo. Esse paciente requer uma 
equipe multidisciplinar&quot;, defende Flávio Kapczinski.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Prova disso é
 que, em uma das pesquisas realizadas pela equipe de Kapczinski, 
descobriu-se que os pacientes bipolares têm no cérebro uma quantidade 
menor de enzimas antioxidantes em comparação com o resto da população. 
Essas substâncias são essenciais para a manutenção da saúde ao evitar 
mutações genéticas que podem dar início ao câncer, por exemplo. &quot;Não é 
por acaso que os bipolares têm maior incidência de morte por tumores, 
doenças cardiovasculares e diabete&quot;, acredita o psiquiatra. &quot;Estamos em 
busca de métodos que permitam aos pacientes ficar livres não só das 
alterações do ânimo, mas de outros danos.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Doença do corpo e da mente, a bipolaridade também pode se enquadrar 
em outra categoria, a de doença social. Afinal de contas, muitas vezes 
não é o transtorno em si o que mais preocupa os pacientes, mas a reação 
das outras pessoas. Em outras palavras, é preconceito mesmo. E contra 
isso muitas vezes o melhor antídoto é fazer parte de um grupo. &quot;O 
convívio social faz parte da terapia porque o doente discute situações 
comuns a todos os portadores. E um ajuda o outro&quot;, conta Silvio Esteves,
 presidente da Stabilitas, organização que reúne cerca de 400 bipolares 
em Porto Alegre. Ora, se a vida é dupla e a doença é tripla, a conta só 
fecha porque as soluções são múltiplas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span class=&quot;intertitulo&quot;&gt;O SOBE-E-DESCE DAS EMOÇÕES&lt;/span&gt;&lt;br&gt;As
 fases eufóricas são chamadas de mania. As mais brandas, de hipomania. 
Podem durar de alguns dias até longos meses, assim como as fases da 
depressão. No gráfico abaixo, repare que, quanto mais perto do centro, 
mais equilibrado é o humor.&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;/p&gt;&lt;table width=&quot;450&quot; bgcolor=&quot;#f5f5f5&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;2&quot;&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;texto&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;intertitulo&quot;&gt;RELATO VIVO&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class=&quot;fotodir&quot; style=&quot;FLOAT: right&quot;&gt;IMAGEMTXT&lt;/span&gt;KAY
 REDFIELD JAMISON é psiquiatra, cientista, professora de uma&amp;nbsp; das mais 
prestigiadas instituições acadêmicas dos Estados Unidos,&amp;nbsp; a Universidade
 Johns Hopkins. E sofre de transtorno bipolar. Num inusitado caso de 
atividade de pesquisa que se mistura com&amp;nbsp; experiência pessoal, ela se 
tornou uma das maiores especialistas&amp;nbsp; do mundo naquilo que ainda prefere
 chamar de doença&amp;nbsp; maníaco-depressiva. O relato de sua convivência com o
 transtorno,&amp;nbsp; muitas vezes apavorante, embora carregado de esperança, 
está no&amp;nbsp; livro &lt;em&gt;Uma Mente Inquieta&lt;/em&gt;, editado no Brasil pela Martins Fontes. &lt;br&gt;É
 a história de quem atravessou o deserto do descontrole. &quot;A&amp;nbsp; doença 
maníacodepressiva deforma seus pensamentos, estimula&amp;nbsp; comportamentos 
aterradores, destrói a base da razão e, com enorme&amp;nbsp; freqüência, solapa o
 desejo e a vontade de viver&quot;, escreveu Kay&amp;nbsp; Jamison. &quot;É uma doença sem 
par pelo fato de proporcionar&amp;nbsp; vantagens e prazer que, como 
conseqüência, levam a um sofrimento&amp;nbsp; quase insuportável.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;intertitulo&quot;&gt;MANIA DE ARTISTA&lt;br&gt;&lt;/span&gt;A bipolaridade de alguns criadores famosos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• ERNEST HEMINGWAY (1899-1961)&lt;br&gt;O escritor americano, autor de clássicos como &lt;em&gt;O Velho e o Mar&lt;/em&gt;,
 levou uma vida conturbada. Nos seus últimos anos, descobriu que tinha 
doença maníacodepressiva e insônia. Aos poucos, com o fracasso dos 
tratamentos, sua condição mental se deteriorou até que ele cometeu 
suicídio.&lt;br&gt;• LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770-1827)&lt;br&gt;A vida pessoal do 
compositor alemão foi marcada pela luta contra a surdez, deficiência que
 não o impediu de continuar compondo peças que se tornaram fundamentais 
para a música ocidental. De acordo com seus biógrafos, também era 
depressivo e tinha períodos maníacos, o que, na definição atual, o 
colocaria entre os bipolares.&lt;br&gt;• VINCENT VAN GOGH (1853-1890) &lt;br&gt;O 
pintor holandês, que ficou famoso não só pelas telas, mas por ter 
cortado um pedaço da própria orelha, é considerado o mais célebre 
bipolar do mundo artístico. Segundo os críticos, a instabilidade do seu 
humor pode ser notada também nos quadros.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;intertitulo&quot;&gt;&lt;b&gt;Você pode ser bipolar?&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;Responda às perguntas abaixo e descubra se você tem algum grau de bipolaridade&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Você se considera com muitos altos e baixos de humor?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Precisa estar sempre fazendo algo ou buscando coisas novas?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Já teve vários momentos de apatia ou tristeza sem motivo aparente?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EM COMPARAÇÃO COM OUTRAS PESSOAS VOCÊ...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; ...já ficou muito alegre e radiante ou irritável sem motivo aparente?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; ...já teve fases com muitos planos, falando mais rápido, alto e bastante?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; ...já se arriscou demais em alguns momentos?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; ...já teve fases ou dias de se vestir de um jeito bem mais chamativo?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; ...gasta mais dinheiro com prazeres, futilidades ou aparência?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; ...apresenta mais dificuldade para manter as coisas em ordem e tende à dispersão?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; ...já teve impulsos exagerados em relação a comida, drogas, sexo ou compras?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; ...já teve momentos de maior confiança em que se sentiu muito especial?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;9.&lt;/strong&gt; ...muda de planos e objetivos com extrema facilidade?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;10.&lt;/strong&gt; ...demonstra instabilidade profissional ou nos relacionamentos afetivos?&lt;br&gt;&lt;strong&gt;11.&lt;/strong&gt; ...tende a se magoar ou a se irritar quando alguém o critica ou desagrada?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RESULTADO:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Se você marcou de uma a três respostas
 &quot;sim&quot;, é pouco provável que tenha algum grau de bipolaridade. De quatro
 a sete respostas &quot;sim&quot;, é provável que você tenha algum grau de 
bipolaridade. Oito ou mais respostas &quot;sim&quot; indicam que é muito provável 
que você tenha algum grau de bipolaridade. Reflita e, se for o caso, 
procure ajuda.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 09 Sep 2011 02:49:40 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>PSICOMOTRICIDADE</title>
            <link>http://cdhi.yolasite.com/not%C3%ADcias/notícias/psicomotricidade</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;4&quot;&gt;ÁREAS DA PSICOMOTRICIDADE&lt;br&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;
&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;1. Coordenação Global&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A coordenação global diz respeito à atividade dos grandes músculos e depende da capacidade de equilíbrio postural do indivíduo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Através
 da movimentação e da experimentação, o indivíduo procura seu eixo 
corporal, vai se adaptando e buscando um equilíbrio cada vez melhor. 
Consequentemente, vai coordenando seus movimentos, vai se 
conscientizando de seu corpo e das posturas.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Quanto maior o equilíbrio, mais econômico será a atividade do sujeito e mais coordenadas serão as suas ações.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 coordenação global e a experimentação levam a criança adquirir a 
dissociação de movimentos. Isto significa que ela deve ter condições de 
realizar múltiplos movimentos ao mesmo tempo, cada membros realizando 
uma atividade diferente, havendo uma conservação de unidade de gesto.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Exemplo:
 quando uma pessoa toca piano, a mão direita executa a melodia, à 
esquerda o acompanhamento e o pé direito à sustentação. São três 
movimentos diferentes que trabalha junto para conseguir uma mesma 
tarefa.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;
&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;2. Coordenação Fina e Óculo-Manual&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Coordenação fina diz respeito à habilidade e destreza manual e constitui um aspecto particular da coordenação global. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Só
 possuir uma coordenação fina não é suficiente. É necessário que haja 
também um controle ocular, isto é, a visão acompanhando os gestos da 
mão. Chamamos isto de coordenação óculo-manual ou viso-motora.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Exemplo: Escrita.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O desenvolvimento da escrita depende de diversos fatores:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Maturação geral do sistema nervoso;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Desenvolvimento psicomotor geral;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Coordenação global do ato de sentar;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Desenvolvimento da motricidade fina dos dedos da mão;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Dissociação e controle dos movimentos;&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Controlar
 a pressão gráfica exercida sobre o lápis e o papel, para alcançar maior
 destreza e consequentemente maior velocidade no movimento.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;/font&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Portanto,
 a escrita implica, em uma aquisição de destreza manual organizada a 
partir de certos movimentos, a fim de reproduzir um modelo. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;
&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;3. Esquema Corporal&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 criança percebe-se e percebe as coisas que a cercam em função de seu 
próprio corpo. Portanto, o desenvolvimento de uma criança é o resultado 
da interação de seu corpo com os objetos de seu meio, com as pessoas com
 quem convive e com o mundo onde estabelece ligações afetivas e 
emocionais.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
 corpo deve ser entendido não somente como algo biológico e orgânico que
 possibilita a visão, a audição, o movimento, mas é também um lugar que 
permite expressar emoções.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Esquema
 corporal – resulta das experiências que possuímos, provenientes do 
corpo e das sensações que experimentamos. Não é um conceito aprendido e 
que depende de treinamento. Ele se organiza pela experienciação do corpo
 da criança. É uma construção mental que a criança realiza gradualmente,
 de acordo com o uso que faz de seu corpo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Um
 esquema corporal organizado, portanto, permite a uma criança se sentir 
bem, na medida em que seu corpo lhe obedece, em que tem domínio sobre 
ele, em que o conhece bem, em que pode utilizá-lo para alcançar um maior
 poder cognitivo. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 criança deve ter o domínio do gesto e do instrumento que implica em 
equilíbrio entre as forças musculares, domínio de coordenação global, 
boa coordenação óculo-manual.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 descoberta pela criança de sua imagem no espelho, se dá por volta de 
seis meses de idade. Inicialmente a criança sente-se surpresa com a 
imagem que vê. Às vezes tenta pegar seu reflexo, sorri para ele sem 
reconhecer que é sua própria imagem refletida.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Um
 animal não consegue ultrapassar a visão de sua imagem no espelho. Já a 
criança ao contrário, usa o espelho como fator de conhecimento de si, 
raciocina, descobre seu eu, desenvolve seu esquema corporal.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Segundo
 Dolto, a criança cega que não tem oportunidade de se confrontar com sua
 imagem visual, levaria a supor que teria dificuldade em assimilar o 
esquema corporal. Porém para a autora, a criança cega conserva uma 
imagem inconsciente do corpo mais rica, mas permaneceria inconsciente 
mais tempo do que nas crianças que enxergam. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Etapas do esquema corporal – proposta por Le Boulch&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;1&lt;sup&gt;ª&lt;/sup&gt; etapa: corpo vivido (até 3 anos de idade)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Corresponde à fase de inteligência sensória motora de Piaget.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
 bebê sente o meio ambiente como fazendo parte dele mesma. À medida que 
cresce, com um maior amadurecimento de seu sistema nervoso, vai 
ampliando suas experiências e passa, pouco a pouco a diferenciar de seu 
meio ambiente. Nesse período a criança tem uma necessidade muito grande 
de movimentação e através desta vai enriquecendo a experiência subjetiva
 de seu corpo e ampliando a sua experiência motora. Suas atividades 
iniciais são espontâneas.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;2&lt;sup&gt;ª&lt;/sup&gt; Etapa: corpo percebido ou descoberto ( 3 a 7 anos)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Corresponde
 à organização do esquema corporal devido à maturação da &quot;função de 
interiorização&quot; que é definida como a possibilidade de deslocar sua 
atenção do meio ambiente para seu próprio corpo a fim de levar à tomada 
de consciência.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 função de interiorização permite a passagem do ajustamento espontâneo, a
 um ajustamento controlado que, propicia um maior domínio do corpo, 
culminando em uma maior dissociação dos movimentos voluntários. A 
criança com isso, passa a aperfeiçoar e refinar seus movimentos 
adquirindo uma maior coordenação dentro de um espaço e tempo 
determinado. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Descobre sua dominância e com ela seu eixo corporal.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
 corpo passa a ser um ponto de referência para se situar e situar os 
objetos em seu espaço e tempo. Neste momento assimila conceitos como 
embaixo, acima, direita, esquerda e adquire também noções temporais como
 a duração dos intervalos de tempo e de ordem e sucessão, isto é, 
primeiro e ultimo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;No
 final dessa fase, a criança pode ser caracterizada como pré-operatória,
 porque está submetida à percepção num espaço em parte representado, mas
 ainda centralizado sobre o próprio corpo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;3&lt;sup&gt;ª&lt;/sup&gt; Etapa: corpo representado (7 a 12 anos)&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Nesta etapa observa-se a estruturação do esquema corporal.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;No
 início desta fase a representação mental da imagem do corpo consiste 
numa simples imagem reprodutora e é uma imagem de corpo estática. A 
criança só dispõe de uma imagem mental do corpo em movimento a partir de
 10/12 anos, significando que atingiu uma representação mental de uma 
sucessão motora, com a introdução do fator temporal.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Sua
 imagem do corpo passa a ser antecipatória, e não mais somente 
reprodutora revelando um verdadeiro trabalho mental devido à evolução 
das funções cognitivas correspondentes ao estágio preconizado por Piaget
 de operações concretas. &lt;br&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Os
 pontos de referência não estão mais centrados no corpo próprio, mas são
 exteriores ao sujeito, podendo ele mesmo criar os pontos de referência 
que irão orientá-lo. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;i&gt;Perturbações do esquema corporal&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Crianças
 que não tem consciência de seu próprio corpo podem experimentar algumas
 dificuldades como insuficiência de percepção ou de controle de seu 
corpo, incapacidade de controle respiratório, dificuldades de equilíbrio
 e de coordenação.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Elas
 podem também, apresentar dificuldades em se locomover em um espaço 
predeterminado e em situar-se em um tempo, pois o esquema corporal está 
intimamente ligado à orientação espaço-temporal.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Uma
 criança com grandes problemas de esquema corporal manifesta normalmente
 dificuldade de coordenação dos movimentos, apresentando certa lentidão 
que dificulta a realização de gestos harmoniosos simples, como abotoar 
uma roupa.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 criança se confunde em relação às diversas coordenadas de espaço, como 
em cima, embaixo, ao lado, linhas horizontais e verticais, e também não 
adquire o sentido de direção devido a confusões entre direita e 
esquerda.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Uma
 perturbação de esquema corporal pode levar a uma impossibilidade de se 
adquirirem os esquemas dinâmicos que correspondem ao hábito visomotor e 
também intervém na leitura e escrita.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Uma
 conseqüência séria da falta de esquema corporal é o não desenvolvimento
 dos instrumentos adequados para um bom relacionamento com as pessoas e 
como seu meio ambiente, e pior ainda, leva a um mau desenvolvimento da 
linguagem. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;b&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;br&gt;
&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;4. Lateralidade&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 lateralidade é a propensão que o ser humano possui de utilizar 
preferencialmente mais um lado do corpo que o outro em três níveis: mão,
 olho e pé. Isto significa que existe um predomínio motor, ou melhor, 
uma dominância de um dos lados.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
 lado dominante apresenta maior força muscular, mais precisão e mais 
rapidez. É ele que inicia e executa a ação principal. O outro lado 
auxilia esta ação e é igualmente importante. Na realidade os dois não 
funcionam isoladamente, mas de forma complementar. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Exemplo:
 quando pregamos um prego em uma parede, a mão auxiliar segura o prego 
enquanto a outra, com precisão e força muscular suficiente, bate o 
martelo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
 dominância ocular pode ser percebida quando pedimos para a criança que 
olhe por um caleidoscópio ou um buraco de fechadura. É preciso tomar 
muito cuidado ao afirmar qual é a dominância ocular, pois, às vezes, um 
problema na vista pode mascarar essa percepção. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Podemos
 observar a dominância dos membros inferiores quando pedimos à criança 
que brinque de amarelinha com um pé e depois com o outro. Verificamos 
então, qual o lado que teve mais facilidade, isto é, qual apresentou 
mais precisão, mais força, mais rapidez e também mais equilíbrio.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Se
 uma pessoa tiver a mesma dominância nos três níveis – mão, olho e pé – 
do lado direito, diremos que é destra homogênea, e canhota ou sinistra 
homogênea, se for o lado esquerdo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Se
 a criança possuir dominância espontânea nos dois lados do corpo, isto 
é, executar os mesmo movimentos tanto um lado como com o outro, o que 
não é muito comum, é chamada de ambidestra.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Podem
 ocorrer, alguns casos em que a criança contrarie essa tendência natural
 e passe a utilizar a mão não-dominante em detrimento da dominante. 
Diremos que tem lateralidade cruzada, quando usa a mão direita, o olho e
 o pé esquerdo ou qualquer outra combinação. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Motivos que ocasionam um desvio da lateralidade:&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Um acidente que provoque uma amputação ou uma paralisia no lado dominante faz com que a pessoa possa a usar o outro lado.&lt;/font&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Podem 
ocorrer, casos em que esta mudança de prevalência manual modifique-se 
por motivo de identificação com alguém ou por imposição dos pais ou 
professores ou por motivo afetivo ou por qualquer outro. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;/font&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;Hipóteses sobre a prevalência manual&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;Visão histórica&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Havia
 um igual número de destros e canhotos na idade da pedra. A supremacia 
da destralidade aponta que, na idade do bronze, os camponeses tiveram 
que se adaptar a ferramentas que não era mais feita por eles, mas por 
pessoas específicas. Outra teoria aponta para as técnicas guerreiras 
pelas quais se ensinavam os homens a pegar a espada ou a lança com a mão
 direita enquanto a esquerda protegia o coração com o escudo. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;Hereditariedade&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Esta teoria tenta explicar a referência lateral pela transmissão hereditária.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;Hipótese da dominância cerebral&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Existe
 uma dominância em um dos lados do cérebro, e que funciona de forma 
cruzada. Isto quer dizer que, no destro, encontramos uma dominância do 
córtex cerebral esquerdo; e no canhoto, o hemisfério cerebral direito 
controla e coordena as atividades do lado esquerdo&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 09 Sep 2011 02:38:38 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>CRIANÇA IPERATIVA</title>
            <link>http://cdhi.yolasite.com/not%C3%ADcias/notícias/criança-iperativa</link>
            <description>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt;CRIANÇA IPERATIVA&lt;br&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot; id=&quot;post-body-4198701552441666010&quot;&gt;
- Introdução&lt;br&gt;
- Como ocorre o distúrbio de déficit de atenção / hiperatividade?&lt;br&gt;
-Como é diagnosticado?&lt;br&gt;- Quais são os sintomas?&lt;br&gt;
- Apoio aos pais e professores&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
&quot;O distúrbio do déficit de atenção / hiperatividade é o distúrbio de 
saúde mental mais comum nas crianças. Seus principais sintomas são a 
dificuldade em prender a atenção, a hiperatividade e a impulsividade. 
Seu tratamento pode envolver diversas modalidades, mas é sempre 
importante que os pais e professores também recebam apóio para lidar com
 suas crianças&quot;.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Introdução&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O distúrbio de déficit de atenção / hiperatividade (DDAH) é o problema 
de saúde mental mais comum em crianças. As crianças que apresentam DDAH 
freqüentemente têm problemas com prestar atenção, hiperatividade e 
comportamento impulsivo.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O DDAH é sete vezes mais comum em meninos do que em meninas. As meninas 
são mais propensas a ter problemas com atenção e menos propensas a ter 
hiperatividade.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como ocorre o distúrbio de déficit de atenção/hiperatividade?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em cerca de 70% dos casos, o DDAH é hereditário, principalmente entre os
 meninos. As pesquisas continuam a se esforçar para encontrar porque 
esse distúrbio ocorre em algumas crianças, sem história familiar. Alguns
 fatores que podem contribuem com o risco de DDAH incluem:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• Abuso de substâncias durante a gravidez&lt;br&gt;
• Tabagismo durante a gravidez&lt;br&gt;
• Algumas doenças durante a gravidez&lt;br&gt;
• Um trabalho de parto longo e difícil&lt;br&gt;
• Falta de oxigênio para o bebê durante o nascimento.&lt;br&gt;
• O cordão umbilical ao redor do pescoço do bebê durante o nascimento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
As pessoas com DDAH têm pequenas diferenças na estrutura do cérebro. 
Essas diferenças se situam na parte frontal do cérebro (área envolvida 
com o controle-próprio) e em alguns pacientes no centro do cérebro.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Quais são os sintomas?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
A hiperatividade, usualmente aparece aos 2 ou 3 anos de idade ou até a primeira série. Os principais sintomas são:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• Problemas de concentração e falta de atenção. As crianças e 
adolescentes com DDAH mudam de atividade muito rapidamente, 
freqüentemente não terminam o que começaram. Eles também se distraem 
muito facilmente por barulhos ou outras coisas ao seu redor.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• Impulsividade. As crianças com esse sintoma freqüentemente reagem 
rapidamente sem pensar nos resultados. Eles também são impacientes e 
tendem a interromper outras conversas e começam tarefas sem nenhum 
planejamento.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• Hiperatividade (movimento excessivo). As crianças hiperativas são 
excessivamente inquietas. Quase nunca se sentam, e quando sentam, elas 
usualmente mexem-se ou jogam as coisas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Sintomas comumente relacionados são:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• Dificuldade em organizar tarefas e projetos&lt;br&gt;
• Dificuldade em se acalmar à noite para dormir.&lt;br&gt;
• Problemas sociais por ser agressiva, barulhenta, ou impaciente em grupos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Como é diagnosticado?&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O pediatra da criança irá questionar sobre os sintomas e irá observar o 
comportamento da criança, com relação ao DDHA. Para diagnosticar o DDAH,
 deve estar claro que os sintomas persistem e interferem de forma 
importante na vida diária da criança. Os pais e professores da criança 
podem colaborar através do preenchimento de questionários, para a 
identificação dos sintomas na criança. A criança poderá ser avaliada por
 um psicólogo ou outro profissional de saúde mental, para a realização 
de testes de atenção e autocontrole.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Não há testes físicos tais como exame de sangue ou tomografias de cérebro disponíveis, para ajudar no diagnóstico do DDAH.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Existem 3 formas de DDAH:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• DDAH combinada. A criança apresenta todos os sintomas principais: falta de atenção, impulsividade e hiperatividade.&lt;br&gt;
• Predominantemente falta de atenção. A criança tem problemas com foco e
 atenção. Essa forma de DDAH freqüentemente não é diagnosticada, porque a
 criança é muito pouco hiperativa ou impulsiva.&lt;br&gt;
• Predominantemente impulsiva-hiperativa. A falta de autocontrole é o principal problema.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Tratamento&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
O tratamento do DDAH envolve três principais modalidades:&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• Aprendizado de novas habilidades. As crianças com DDAH aprendem a 
lidar com situações altamente estimulantes, que as distraem e 
superexcitam. Elas devem aprender a estudar em lugares silenciosos e 
fazer pausas freqüentes. Na sala de aula elas trabalham melhor em 
carteiras individuais, do que em mesas coletivas. Frequentemente um 
fundo musical instrumental pode também ser útil. Crianças com DDAH 
necessitam de mais estrutura e rotina diária que a maioria das pessoas.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
• Treinamento comportamental: Programas de comportamento simples com 
recompensas diárias, podem ser bons para ensinar a prestar atenção por 
mais tempo e a se manterem assentadas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Até quando podem ocorrer os sintomas?&lt;br&gt;
Os sintomas do DDAH quase sempre perduram da infância precoce até a 
puberdade. Entre a puberdade e a idade adulta jovem, cerca de metade das
 pessoas que sofrem de DDAH tem uma redução importante dos sintomas. A 
outra metade pode apresentar uma mudança leve ou nenhuma mudança nos 
sintomas na idade adulta. Ser mais paciente e conseguir permanecer 
sentado são as demonstrações de melhora mais comuns.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Apoio aos pais e professores&lt;br&gt;
As pesquisas têm esclarecido que a inclusão dos pais, no tratamento das 
crianças com DDAH, é importante para se alcançar o sucesso esperado. Os 
professores e diretores das escolas também devem estar envolvidos.&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
Em adição a terapia comportamental da criança, a terapia familiar pode 
ajudar a criança com DDAH e seus pais e irmãos a lidarem com os 
conflitos emocionais que quase sempre surgem no processo de manejo dessa
 condição.&lt;/div&gt;</description>
            <pubDate>Fri, 09 Sep 2011 02:24:50 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Código de Ética</title>
            <link>http://cdhi.yolasite.com/not%C3%ADcias/notícias/código-de-ética</link>
            <description>&lt;p class=&quot;style44&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span class=&quot;style46&quot;&gt;&lt;b&gt;
                                        &lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;CÓDIGO
                                        DE ÉTICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE
                                        PSICOPEDAGOGIA - ABPp&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style44&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Reformulado
                                        pelo Conselho Nacional e Nato do biênio
                                        95/96&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;CAPÍTULO
                                        I - DOS PRINCÍPIOS&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;style47&quot;&gt;Artigo
                                        1º&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;
                                        A psicopedagogia é um campo de atuação
                                        em Saúde e Educação que lida com o
                                        processo de aprendizagem humana; seus
                                        padrões normais e patológicos,
                                        considerando a influência do meio _ família,
                                        escola e sociedade _ no seu
                                        desenvolvimento, utilizando
                                        procedimentos próprios da
                                        psicopedagogia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;i&gt;Parágrafo
                                        único&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
                                        intervenção psicopedagógica é sempre
                                        da ordem do conhecimento relacionado com
                                        o processo de aprendizagem&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        2º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
                                        Psicopedagogia é de natureza
                                        interdisciplinar. Utiliza recursos das várias
                                        áreas do conhecimento humano para a
                                        compreensão do ato de aprender, no
                                        sentido ontogenético e filogenético,
                                        valendo-se de métodos e técnicas próprios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        3º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        trabalho psicopedagógico é de natureza
                                        clínica e institucional, de caráter
                                        preventivo e/ou remediativo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        4º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Estarão
                                        em condições de exercício da
                                        Psicopedagogia os profissionais
                                        graduados em 3º grau, portadores de
                                        certificados de curso de Pós-Graduação
                                        de Psicopedagogia, ministrado em
                                        estabelecimento de ensino oficial e/ou
                                        reconhecido, ou mediante direitos
                                        adquiridos, sendo indispensável
                                        submeter-se à supervisão e aconselhável
                                        trabalho de formação pessoal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        5º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        trabalho psicopedagógico tem como
                                        objetivo: (i) promover a aprendizagem,
                                        garantindo o bem-estar das pessoas em
                                        atendimento profissional, devendo
                                        valer-se dos recursos disponíveis,
                                        incluindo a relação interprofissional;
                                        (ii) realizar pesquisas científicas no
                                        campo da Psicopedagogia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;span class=&quot;style43&quot;&gt;&lt;b&gt;CAPÍTULO II -
                                        DAS RESPONSABILIDADES DOS PSICOPEDAGOGOS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;span class=&quot;style47&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo 6º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;br&gt;
                                        São deveres fundamentais dos
                                        psicopedagogos:&lt;br&gt;
                                        A) Manter-se atualizado quanto aos
                                        conhecimentos científicos e técnicos
                                        que tratem o fenômeno da aprendizagem
                                        humana;&lt;br&gt;
                                        B) Zelar pelo bom relacionamento com
                                        especialistas de outras áreas, mantendo
                                        uma atitude crítica, de abertura e
                                        respeito em relação às diferentes visões
                                        do mundo;&lt;br&gt;
                                        C) Assumir somente as responsabilidades
                                        para as quais esteja preparado dentro
                                        dos limites da competência psicopedagógica;&lt;br&gt;
                                        D) Colaborar com o progresso da
                                        Psicopedagogia;&lt;br&gt;
                                        E) Difundir seus conhecimentos e prestar
                                        serviços nas agremiações de classe
                                        sempre que possível;&lt;br&gt;
                                        F) Responsabilizar-se pelas avaliações
                                        feitas fornecendo ao cliente uma definição
                                        clara do seu diagnóstico;&lt;br&gt;
                                        G) Preservar a identidade, parecer e/ou
                                        diagnóstico do cliente nos relatos e
                                        discussões feitos a título de exemplos
                                        e estudos de casos;&lt;br&gt;
                                        H) Responsabilizar-se por crítica feita
                                        a colegas na ausência destes;&lt;br&gt;
                                        I) Manter atitude de colaboração e solidariedade
                                        com colegas sem ser conivente ou
                                        acumpliciar-se, de qualquer forma, com o
                                        ato ilícito ou calúnia. O respeito e a
                                        dignidade na relação profissional são
                                        deveres fundamentais do psicopedagogo
                                        para a harmonia da classe e manutenção
                                        do conceito público.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style46&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;CAPÍTULO
                                        III - DAS RELAÇÕES COM OUTRAS PROFISSÕES&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        7º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        psicopedagogo procurará manter e
                                        desenvolver boas relações com os
                                        componentes das diferentes categorias
                                        profissionais, observando, para este
                                        fim, o seguinte:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A)
                                        Trabalhar nos estritos limites das
                                        atividades que lhes são reservadas;&lt;br&gt;
                                        B) Reconhecer os casos pertencentes aos
                                        demais campos de especialização;
                                        encaminhando-os a profissionais
                                        habilitados e qualificados para o
                                        atendimento;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;span class=&quot;style46&quot;&gt;&lt;b&gt;CAPÍTULO IV -
                                        DO SIGILO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;br&gt;
                                        &lt;span class=&quot;style47&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo 8º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        psicopedagogo está obrigado a guardar
                                        segredo sobre fatos de que tenha
                                        conhecimento em decorrência do exercício
                                        de sua atividade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Parágrafo
                                        Único&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Não
                                        se entende como quebra de sigilio,
                                        informar sobre cliente a especialistas
                                        comprometidos com o atendimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        9º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        psicopedagogo não revelará, como
                                        testemunha, fatos de que tenha
                                        conhecimento no exercício de seu
                                        trabalho, a menos que seja intimado a
                                        depor perante autoridade competente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        10º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Os
                                        resultados de avaliações só serão
                                        fornecidos a terceiros interessados,
                                        mediante concordância do próprio
                                        avaliado ou do seu representante legal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        11º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Os
                                        prontuários psicopedagógicos são
                                        documentos sigilosos e a eles não será
                                        franqueado o acesso a pessoas estranhas
                                        ao caso.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style46&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;CAPÍTULO V - DAS PUBLICAÇÕES
                                        CIENTIFICAS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        12º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Na
                                        publicação de trabalhos científicos,
                                        deverão ser observadas as seguintes
                                        normas:&lt;br&gt;
                                        a) A discordância ou críticas deverão
                                        ser dirigidas à matéria e não ao
                                        autor;&lt;br&gt;
                                        b) Em pesquisa ou trabalho em colaboração,
                                        deverá ser dada igual ênfase aos
                                        autores, sendo de boa norma dar
                                        prioridade na enumeração dos
                                        colaboradores àquele que mais
                                        contribuir para a realização do
                                        trabalho;&lt;br&gt;
                                        c) Em nenhum caso, o psicopedagogo se
                                        prevalecerá da posição hierarquia
                                        para fazer publicar em seu nome
                                        exclusivo, trabalhos executados sob sua
                                        orientação;&lt;br&gt;
                                        d) Em todo trabalho científico deve ser
                                        indicada a fonte bibliográfica
                                        utilizada, bem como esclarecidas as idéias
                                        descobertas e ilustrações extraídas
                                        de cada autor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style46&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;CAPÍTULO VI - DA PUBLICIDADE
                                        PROFISSIONAL&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo 13º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        psicopedagogo ao promover publicamente a
                                        divulgação de seus serviços, deverá
                                        fazê-lo com exatidão e honestidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        14º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        psicopedagogo poderá atuar como
                                        consultor científico em organizações
                                        que visem o lucro com venda de produtos,
                                        desde que busque sempre a qualidade dos
                                        mesmos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style46&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;CAPÍTULO VII - DOS HONORÁRIOS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        15º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Os
                                        honorários deverão ser fixados com
                                        cuidado, a fim de que representem justa
                                        retribuição ao serviços prestados e
                                        devem ser contratados previamente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style46&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;CAPÍTULO VIII - DAS RELAÇÕES COM
                                        SAÚDE E EDUCAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        16º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        psicopedagogo deve participar e refletir
                                        com as autoridades competentes sobre a
                                        organização, implantação e execução
                                        de projetos de Educação e Saúde Pública
                                        relativo às questões psicopedagógicas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style46&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;CAPÍTULO IX - DA OBSERVÂNCIA E
                                        CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICA&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        17º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Cabe
                                        ao psicopedagogo, por direito, e não
                                        por obrigação, seguir este código.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        18º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Cabe
                                        ao Conselho Nacional da ABPp orientar e
                                        zelar pela fiel observância dos princípios
                                        éticos da classe.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo
                                        19º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        presente código só poderá ser
                                        alterado por proposta do Conselho da
                                        ABPp e aprovado em Assembléia Geral.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style46&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;CAPÍTULO X - DAS DISPOSIÇÕES
                                        GERAIS&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style42&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                        &lt;b&gt;&lt;i&gt;Artigo 20º&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                        presente código de ética entrou em
                                        vigor após sua aprovação em Assembléia
                                        Geral, realizada no V Encontro e II
                                        Congresso de Psicopedagogia da ABPp em
                                        12/07/1992, e sofreu a 1ª alteração
                                        proposta pelo Congresso Nacional e Nato
                                        no biênio 95/96, sendo aprovado em
                                        19/07/1996, na Assembléia Geral do III
                                        Congresso Brasileiro de Psicopedagogia
                                        da ABPp, da qual resultou a presente
                                        solução.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p class=&quot;style21&quot; style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
                                        &lt;p style=&quot;margin-left: 10&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;1&quot;&gt;FONTE:
                                        http://www.abpp.com.br/leis_regulamentacao_etica.htm&lt;/font&gt;
                                      &lt;/p&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 18 Aug 2011 18:13:32 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Até para elogiar, temos que ter cuidado!</title>
            <link>http://cdhi.yolasite.com/not%C3%ADcias/notícias/até-para-elogiar-temos-que-ter-cuidado-</link>
            <description>&lt;table width=&quot;822&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align=&quot;center&quot; width=&quot;549&quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;Cuidado:
                                        Como você elogia seu filho?&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                        &lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
                                          &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-header-line-1&quot; style=&quot;width: 477; height: 64&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
                                            &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;&quot; href=&quot;http://cdhi.yolasite.com/not%C3%ADcias/http://www.marcosmeier.com.br/reportagens.php?id=18&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Marcos
                                            Meier&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;
                                            - Mestre em Educação, psicólogo,
                                            professor de Matemática e
                                            especialista na Teoria da Mediação
                                            da Aprendizagem em Jerusalém,
                                            Israel.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                            &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;left&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
                                            &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;left&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
                                          &lt;/div&gt;
                                        &lt;/div&gt;
                                      &lt;/td&gt;
                              &lt;td align=&quot;center&quot; width=&quot;259&quot;&gt;
                                        &lt;p style=&quot;text-indent: 20; margin-left: 20; margin-right: 10; margin-top: 0; margin-bottom: 0&quot; align=&quot;center&quot;&gt;
                                        &lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;img class=&quot;yui-img&quot; style=&quot;DISPLAY: inline; MARGIN-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px&quot; src=&quot;http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS67Kds8Q72cfur-mWnLss12QGJ5YId4rrgdi2VPghyu8W1fhC0&quot; align=&quot;right&quot; height=&quot;186&quot; width=&quot;183&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                      &lt;/td&gt;
                                    &lt;/tr&gt;
                        
                                  &lt;/tbody&gt;
                                &lt;/table&gt;
                              &lt;div class=&quot;post hentry&quot;&gt;
                                &lt;a name=&quot;8204544463514086171&quot;&gt;&lt;/a&gt;
                                &lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot;&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;
                                  Recentemente, um grupo de crianças pequenas
                                  passou por um teste muito interessante. Psicólogos
                                  propuseram uma tarefa de média dificuldade,
                                  mas que as crianças executariam sem grandes
                                  problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa
                                  depois de certo tempo. Em seguida, foram
                                  divididas em dois grupos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                  grupo A foi elogiado quanto à inteligência:
                                  “Uau, como você é inteligente!”, “Que
                                  esperta que você é!”, “Menino, que
                                  orgulho de ver o quanto você é genial!”
                                  … e outros elogios à capacidade de cada
                                  criança.&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O
                                  grupo B foi elogiado quanto ao esforço:
                                  “Menina, gostei de ver o quanto você se
                                  dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal
                                  ter visto seu esforço!”, “ Uau, que
                                  persistência você mostrou. Tentou, tentou,
                                  até conseguir, muito bem!” … e outros
                                  elogios relacionados ao trabalho realizado e não
                                  à criança em si.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Depois
                                  dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade
                                  equivalente à primeira foi proposta aos dois
                                  grupos de crianças. Elas não eram obrigadas
                                  a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam
                                  ou não, sem qualquer tipo de consequência.
                                  As respostas das crianças surpreenderam.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
                                  grande maioria das crianças do grupo A
                                  simplesmente recusou a segunda tarefa. As
                                  crianças não queriam nem tentar. Por outro
                                  lado, quase todas as crianças do grupo B
                                  aceitaram tentar. Não recusaram a nova
                                  tarefa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;A
                                  explicação é simples e nos ajuda a
                                  compreender como elogiar nossos filhos e
                                  nossos alunos. O ser humano foge de experiências
                                  que possam ser desagradáveis. As crianças
                                  “inteligentes” não querem o sentimento de
                                  frustração de não conseguir realizar uma
                                  tarefa, pois isso pode modificar a imagem que
                                  os adultos têm delas. “Se eu não
                                  conseguir, eles não vão mais dizer que sou
                                  inteligente”. As “esforçadas” não
                                  ficam com medo de tentar, pois mesmo que não
                                  consigam é o esforço que será elogiado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Nós
                                  sabemos de muitos casos de jovens considerados
                                  inteligentes não passarem no vestibular,
                                  enquanto aqueles jovens “médios” obterem
                                  a vitória. Os inteligentes confiaram demais
                                  em sua capacidade e deixaram de se preparar
                                  adequadamente. Os outros sabiam que se não
                                  tivessem um excelente preparo não seriam
                                  aprovados e, justamente por isso, estudaram
                                  mais, resolveram mais exercícios, leram e se
                                  aprofundaram melhor em cada uma das
                                  disciplinas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;No
                                  entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos
                                  escolares, nossos filhos precisam aprender
                                  valores, princípios e ética. Precisam
                                  respeitar as diferenças, lutar contra o
                                  preconceito, adquirir hábitos saudáveis e
                                  construir amizades sólidas. Não se consegue
                                  nada disso por meio de elogios frágeis,
                                  focados no ego de cada um. É preciso que
                                  sejam incentivados constantemente a agir
                                  assim. Isso se&lt;br&gt;
                                  faz com elogios, feedbacks e incentivos ao
                                  comportamento esperado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Nossos
                                  filhos precisam ouvir frases como: “Que bom
                                  que você o ajudou, você tem um bom coração”,
                                  “parabéns meu filho por ter dito a verdade
                                  apesar de estar com medo… você é ético”,
                                  “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado
                                  atenção àquela menina nova ao invés de tê-la
                                  excluído como algumas colegas fizeram… você
                                  é solidária”, “isso mesmo filho, deixar
                                  seu primo brincar com seu videogame foi muito
                                  legal, você é um bom amigo”.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Elogios
                                  desse tipo estão fundamentados em ações
                                  reais e reforçam o comportamento da criança
                                  que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática”
                                  paterna, é incentivo real. Por outro lado,
                                  elogiar&amp;nbsp; superficialidades é uma tendência
                                  atual. “Que linda você é, amor”, “acho
                                  você muito esperto meu filho”, “Como você
                                  é charmoso”, “que cabelo lindo”,
                                  “seus olhos são tão bonitos”. Elogios
                                  como esses não estão baseados em fatos, nem
                                  em comportamentos, nem em atitudes. São
                                  apenas impressões e interpretações dos
                                  adultos. Em breve, crianças como essas estarão
                                  fazendo chantagens emocionais, birras, manhas
                                  e “charminhos”.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Quando
                                  adultos, não terão desenvolvido resistência
                                  à frustração e a fragilidade emocional
                                  estará presente. Homens e mulheres de
                                  personalidade forte e saudável são como
                                  carvalhos que crescem nas encostas de
                                  montanhas. Os ventos não os derrubam, pois
                                  cresceram na presença deles. São frondosos,
                                  copas grandes e o verde de suas folhas mostra
                                  vigor, pois se alimentaram da terra fértil.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                  &lt;p style=&quot;margin-left: 20&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Que
                                  nossos filhos recebam o vento e a terra
                                  adubada por nossa postura firme e carinhosa.&lt;/font&gt;
                                &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
                              &lt;/div&gt;
                              &lt;p class=&quot;Estilo&quot; style=&quot;margin-left: 20; margin-right: .3pt; margin-top: 0; margin-bottom: 0&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
                              &lt;p style=&quot;text-indent: 20; margin-left: 20; margin-right: 10; margin-top: 0; margin-bottom: 0&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;
                              &amp;nbsp;
                              &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
                                &lt;center&gt;
                                  &lt;/center&gt;&lt;table&gt;
                                  &lt;tbody&gt;
                              &lt;/tbody&gt;
                                &lt;/table&gt;
                                  &lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;
                                  &lt;b&gt;&amp;nbsp;Publicado
                                em 10/07/2011&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;</description>
            <pubDate>Thu, 18 Aug 2011 18:10:32 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>REVISÃO DOUTRINARIA</title>
            <link>http://cdhi.yolasite.com/not%C3%ADcias/notícias/revisão-doutrinaria</link>
            <description>NOTA DE REVISÃO DOUTRINÁRIA Nº 01/2005  &lt;br&gt;O presidente da Associação 
Nacional de Equoterapia, de conformidade com os artigos 3º e 4º do 
Estatuto, resolve aprovar as seguintes modificações, no que respeita aos
 conceitos atualmente vigentes.  &lt;br&gt;1. PROGRAMAS BÁSICOS DE EQUOTERAPIA  &lt;br&gt;Fica criado mais um programa classificado como básico, que será chamado &quot;PROGRAMA ESPORTIVO&quot;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Suas principais características são as seguintes: &lt;br&gt;é, também, aplicado nas áreas de reabilitação e educação; &lt;br&gt;o praticante deve ter boas condições para estar a cavalo, já podendo participar em competições hípicas; &lt;br&gt;a
 ação do profissional de equitação é mais intensa, necessitando, 
contudo, da orientação dos profissionais das áreas de saúde e educação. &lt;br&gt;Este
 programa visa não só a inserção social, mas também o prazer pelo 
esporte/competição, melhoria da qualidade de vida, o bem-estar e a 
auto-afirmação. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao praticante de Equoterapia, após o programa 
Pré-esportivo, abrem-se caminhos em termos de competição, podendo, 
inclusive, participar de provas hípicas nas modalidades: &lt;br&gt;Paraolimpíadas; &lt;br&gt;Olimpíadas Especiais; &lt;br&gt;Hipismo Adaptado/Especial. </description>
            <pubDate>Tue, 09 Aug 2011 23:01:13 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Noticia</title>
            <link>http://cdhi.yolasite.com/not%C3%ADcias/notícias/noticia</link>
            <description>NOTA DE REVISÃO DOUTRINÁRIA Nº 01/2005  &lt;br&gt;O presidente da Associação 
Nacional de Equoterapia, de conformidade com os artigos 3º e 4º do 
Estatuto, resolve aprovar as seguintes modificações, no que respeita aos
 conceitos atualmente vigentes.  &lt;br&gt;1. PROGRAMAS BÁSICOS DE EQUOTERAPIA  &lt;br&gt;Fica criado mais um programa classificado como básico, que será chamado &quot;PROGRAMA ESPORTIVO&quot;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Suas principais características são as seguintes: &lt;br&gt;é, também, aplicado nas áreas de reabilitação e educação; &lt;br&gt;o praticante deve ter boas condições para estar a cavalo, já podendo participar em competições hípicas; &lt;br&gt;a
 ação do profissional de equitação é mais intensa, necessitando, 
contudo, da orientação dos profissionais das áreas de saúde e educação. &lt;br&gt;Este
 programa visa não só a inserção social, mas também o prazer pelo 
esporte/competição, melhoria da qualidade de vida, o bem-estar e a 
auto-afirmação. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao praticante de Equoterapia, após o programa 
Pré-esportivo, abrem-se caminhos em termos de competição, podendo, 
inclusive, participar de provas hípicas nas modalidades: &lt;br&gt;Paraolimpíadas; &lt;br&gt;Olimpíadas Especiais; &lt;br&gt;Hipismo Adaptado/Especial. </description>
            <pubDate>Tue, 09 Aug 2011 22:58:09 +0100</pubDate>
        </item>
    </channel>
</rss>
